As “teorias de conspiração”

Acabou a Copa, saímos antes, perdemos, enfim, tudo aquilo que já foi falado. Só que eu sou daqueles que não acredita em jogo de cartas marcadas, principalmente em um evento como a Copa do Mundo. A quantidade de pessoas envolvidas (jogadores, comissão técnica, federações) e a possibilidade de algo vazar mostra que é o tipo de negócio extremamente arriscado.

Basta ver o caso da convulsão de Ronaldo. Até hoje ouvimos as mais varias histórias a respeito do que aconteceu e não conseguimos chegar a uma conclusão real sobre o que realmente aconteceu. Se fosse algo vendido, as histórias seriam idênticas

Entrei nesse assunto porque já ouvi comentários após a derrota do Brasil de que o heroicamente não seria interessante para a Fifa. Se fosse para entregar o jogo, os jogadores teriam jogado de maneira displicente, fingindo ao menos um pouco de raça. O que aconteceu foi apenas uma apatia.

A teoria sobre o Hexa informa que se o Brasil ganhasse a Copa, apenas a Alemanha ou a Itália poderiam chegar aos mesmos 6 títulos, depois de 3 Copas (12 anos). Só que o Brasil foi penta em 2002 e só poderá ser alcançado pela Itália em 2010, se ela ganhar esta Copa e a próxima, senão iríamos para os mesmos 12 anos de diferença. Ou seja, por esta lógica o Brasil não deveria nem ter ganho o penta em 2002.

Estas teorias, na minha opinião só servem para alguns torcedores, principalmente os que não são tão fanáticos, que não se conformar com o que acontece e pela pressão da mídia, que endeusa os jogadores, achando que eles são imbátiveis e quando algo dá errado, algum fator extra campo precisa ser utilizado como justificativa.

Perdemos porque estávamos em um dia muito ruim, não tivemos atitude. Só isso.

Torcer para quem?

Estou em dúvida para quem torcer, tanto na final como na semifinal.

Na disputa pelo terceiro lugar, estou em dúvida se minha torcida irá para a Alemanha, que apresentou um futebol convicente e com o terceiro lugar poderia pelo menos amenizar a tristeza de sua torcida ou se torço para Portugal, pelo Felipão, que com seu jeito de ser, consegue criar “famílias” nos times e seleções por que passa. Em Portugal ele virou ídolo e se não for renovado seu contrato, a torcida e midia irão cair matando em cima da federação portuguesa, além de que terminar em 3º seria um marco histórico para os lusos.

Já a final é mais complicada. A Itália fez uma campanha oscilando entre boas apresentações e outras medianas, mas é uma seleção que conta com nomes consagrados e tem potencial para apresentar um bom futebol, mas se ganhar chega ao tetracampeonato, tendo a chance de empatar com o Brasil na próxima Copa. Já se a França ganhar, será a coroação de uma carreira vitoriosa de Zidane, que irá levantar seu segundo título e se despedir do futebol em grande estilo e a seleção francesa será “apenas” bicampeã. Só que o lado negativo disso vai ser ouvir Parreira e alguns jogadores dizendo: PERDERMOS PARA OS CAMPEÔES DA COPA.

Lançamentos do cinema em época de Copa do Mundo

Recebi este texto de um colega de trabalho e estou postando para vocês

LANÇAMENTOS DO CINEMA:

O Alvo - com Dida;

Os Intocáveis - com Cafu e Roberto Carlos;

Missão Impossível – com Juan e Lúcio;

Perdidos no Espaço – com Roberto Carlos;

Bater ou Correr…em Berlim – com Zé Roberto;

Bonitinho, Mas Ordinário - com Kaká;

O Último Imperador – com Adriano;

Forrest Gump, O Contador de Histórias – com Ronaldinho Gaúcho;

Moby Dick - com Ronaldo Fenômeno;

Entrando Numa Fria – com Juninho Pernambucano;

Esqueceram de Mim – com Robinho;

Um Morto Muito Louco – com Zagallo;

A Espera de Um Milagre – com Parreira;

O Poderoso Chefão – com Ricardo Teixeira;

O Iluminado – com Zidane.

OS FATORES QUE OS COMENTARISTAS NÃO COMENTAM.

04/07/06 – Em tempos de Copa do Mundo é impossível não ouvir ou assistir uma partida de futebol. Seja no velho e bom radinho de pilha ou na moderna televisão de plasma, e dessa maneira é impossível não observar as críticas sobre o desempenho dos árbitros e seus assistentes.

Estas críticas sempre são emitidas de forma negativa e fere a imagem do árbitro, o transformando no principal vilão pela derrota, quer deste ou daquele time. Elas são combustível na formação da opinião entre os torcedores, opinião que o árbitro roubou sua paixão, roubou o seu time de coração.

Simples e cômodo ver a arbitragem superficialmente. Detectar erros através das câmeras de televisão em seus mais variados ângulos de posicionamento, em slow motion, no tira-tema, agora no super tira-tema. O difícil é observar os fatores que compõe a dinâmica de arbitrar uma partida de futebol, estes sim deveriam ser avaliados e comentados, passando a verdadeira imagem do árbitro para o torcedor.

Fatores como a colocação e o deslocamento do árbitro durante a partida, pois uma péssima colocação e um deslocamento lento pode fazer a diferença num lance decisivo. Um assistente bem colocado nunca perde um impedimento. Um árbitro que tem ótimo deslocamento, sempre estará próximo da jogada. Assim ambos terão sempre um excelente posição para determinar se houve ou não irregularidade.

Outro fator que deveria ser avaliado é posicionamento nas bolas paradas, por exemplo: num escanteio (tiro de canto – regra nº 17), onde o árbitro deverá estar no lado oposto e afastado do bolo de jogadores e sempre com os olhos voltados para a posição do goleiro.

O preparo físico será colocado em prova sempre que o árbitro necessitar de um deslocamento rápido, isso também se aplica nos assistentes, pricipalmente num contra ataque veloz onde sua corrida será sempre com os olhos atentos para a posição da bola e do penúltimo defensor.

Um boa sinalização não deixa duvida de quem é a posse da bola. Inibe os empurrões e bate boca entre os jogadores que querem a mesma coisa, ou seja: a bola.

São fatores que os “peritos em arbitragem” deixam de comentar durante as partidas, pois o foco principal é dizer que o árbitro errou ao deixar de marcar um penalti, afirmação esta feita depois de visualizar a jogada através de vários ângulos, e são estes ângulos que o humano chamado de árbitro não possui para determinação ou não da irregularidade.

Por Valter Ferreira Mariano

Minha teoria da conspiração sobre o Seleção Brasileira, CBF e a FIFA

Bem, como todos sabemos o Brasil é um País em que todo tipo de pouca vergonha acontece, principalmente no nosso tão amado e cada vez mais famigerado futebol, na política nem se fala, pois basta ver as palhaçadas que aconteceram desde o querido Collor, passando pelo FHC e agora o Lula.

Bom, mas vamos ao que interessa e o que interessa é Copa do Mundo.
Até 1994, todas as vezes que o Brasil foi eliminado, a população ficava, podemos dizer, arrasada, uma vez que perdiamos sim, mas nenhum brasileiro ficava com aquela sensação de que alguma coisa foi feita em baixo do pano, afinal 1982 a Itália se superou para vencer aquele time fantástico do Brasil, em 1986, mesmo não sendo uma seleção tão poderosa quanto a de 1982, a França eliminou o Brasil mas a nossa seleção honrou a camisa e a bandeira do Brasil, já em 1990 o Brasil era ridículo mas mesmo assim jogou, correu atrás e foi vencido pela Argentina mais por sua limitação no futebol do que por méritos do adversário naquela época.

Em 1994, não conta pois vencemos, não como gostariamos, mas vencemos e aquela pareceu ter sido a última Copa onde interesses comerciais não prevaleceram sobre o futebol.

Veio 1998 e o Brasil jogando um futebol digno de seleção brasileira, inclusive melhor que 1994 e foi quando chegamos às finais percebemos que no futebol existem interesses maiores que o próprio futebol, ou seja, a politicagem passou a ser o fator marcante.

MINHA TEORIA DA CONSPIRAÇÃO

Bem, o Brasil chegou a final de 1998 e o título estava pronto para chegar novamente ao Brasil, pois bater na inferior e limitada França era coisa simples, mas o que vimos foi um Brasil parado em campo, onde os jogadores não corriam, fair play pra cá, fair play pra lá e tomamos 3 a 0 naquela ocasião.

Muito se falou sobre a CBF ter vendido aquela copa para a França, mas eu digo que foi vendida para a FIFA e a FIFA presenteou a França, pois afinal apenas um País fraco e subornável como Brasil não vence em casa. Bem a CBF passou por maus lençóis nos 4 anos seguintes e Ricardo Teixeira quase foi preso por aqui, o que acho que foi puro sensacionalismo da imprensa……corrupto rico preso no Brasil ?? Só se for na França.

Bem veio 2002 e Parreira foi convidado a dirigir a seleção quando a mesma amargava uma possível desclassificação nas eliminatórias, mas Parreira falou que seu ciclo na Seleção havia terminado. Covardia é flórida.

Bem, Felipão deu a cara para bater e classificou o Brasil, mas a CBF e a FIFA já haviam alterado o rumo dessa Copa 4 anos antes e o Brasil teve assim o caminho facilitado para enfrentar um bando de moscas mortas durante a Copa daquele ano, exceto a Inglaterra que era razoável, nenhum super time – desconsiderando todo o Marketing característico dos Ingleses, e na final, a medíocre Alemanha, que diga-se de passagem nem os alemães acreditavam em sua seleção.

Bem, bastou jogar o mínimo que o brasileiro sabe para vence-los e foi o que aconteceu, Brasil 2 a 0. Parte do acordo firmado em 1998 foi cumprido. Felipão saiu inexplicávelmente, pois todos sabemos que uma pessoa com a personalidade de Felipão não iria se submeter a nenhum acordo futuro entre CBF/FIFA, e por isso a CBF deu de ombros para sua saída e nem fez força para segurá-lo.

Veio 2006, super time, maiores craques de todos os tempos, galáticos, quarteto mágico, e outras nomenclaturas que se criou para ilustrar o quanto esses jogadores eram excelentes. Bem, começou a Copa e o Brasil não jogou nada, nem perto do que se sabe que essa seleção pode jogar. Mas essa seleçao nem poderia jogar um futebol majestoso, pois a lição foi aprendida em 1998, futebol de qualidade não pode ser esquecido em uma partida inexplicávelmente, pois a CBF estaria em maus lençóis caso isso acontecesse de novo e dessa vez poderia ser fatal.

Então, jogar o arroz com feijão e cada vez menos feijão era a ordem. Mas perder para a Alemanha na final também seria algo muito perigoso para a CBF.

Outro fato que poderia deixar o presidente da CBF em maus lençóis era perder para a Seleção do seu ex-treinador, sim aquele que a CBF fez pouco caso e deixou partir, e era o que aconteceria após passar pela França nas quartas-de-final da Copa de 2006 onde o Brasil enfrentaria Portugal, com grandes chances de derrota, pois não poderia vencer e enfrentar a Alemanha na final para perder de novo, só havia uma saída.

E a CBF usou essa grande jogada de mestre na partida entre Brasil e França, onde a seleção de maneira idêntica a 1998, entrou de maneira apática, parada em campo e assistiu os franceses jogar futebol e vencer a partida, e com isso calar a boca de milhares de jornalistas brasileiros de que o Brasil vendeu a Copa de 1998 para a mesma seleção francesa. Grande jogada.

Assim o Brasil se livrou do fantasma de 1998, se beneficiou em 2002, mas a saída do Brasil da Copa de 2006 teve um preço para a FIFA e esse preço foi 2014.

Sim 2014 a Copa será no Brasil. E com todas essas jogadas políticas, o presidente da CBF vai se tornando cada vez mais forte para se tornar o próximo presidente da FIFA.

Política é flórida !!!!!!

Leidson Campos
PlanetaGol- Futebol & CIA

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