Arquivo de Janeiro de 2007

O SOBERANO

Valter Ferreira Mariano em 31 de Janeiro de 2007 @ 16:36

Arbitrar uma partida de futebol requer mais que o conhecimento das 17 Regras. O futebol mexe com os nervos, passa do limite da razão e atingi o centro das emoções, o coração do torcedor, o único e verdadeiro apaixonado por este esporte fascinante.

Ao contrário do torcedor, o árbitro deve ter o completo domínio dos nervos. Não pode temer nada e ninguém. Deve ser justo. Deve julgar e decidir com imparcialidade. Isso o transforma no soberano da partida.

Para ser um autêntico soberano, o árbitro deve possuir um excelente condicionamento físico e mental, ter um raciocínio rápido para tomar decisões, não titubear em momento crítico, ser autoridade e não autoritário, ser acima de tudo educado.

O excelente condicionamento físico permite ao árbitro acompanhar todas as jogadas de perto, correndo sempre, porém com cuidado para não atrapalhar. Administrar suas energias, para que possa contar com elas até o final da partida, tendo a mesma capacidade de correr e raciocinar. Lembrando que uma falta estando o árbitro próximo do infrator, terá mais confiabilidade de uma falta estando longe da jogada.

Ao marcar uma falta, o árbitro deve apitar com decisão e rapidez. Assinalando desta maneira, dará aos torcedores a sensação de que sabe seus deveres e os jogadores verão que é um homem enérgico e conhecedor da Carta Magna do esporte bretão.

O árbitro deve ter em mente que é autoridade dentro do solo sagrado (campo de futebol – Regra 01), porém não deve tratar ninguém com autoritarismo e nunca deve chamar a atenção de um jogador pondo-lhe o dedo em riste. A ira e a má educação não compartilha com sua nobre função.

A sociedade futebolística exige do árbitro uma conduta irrepreensível. O árbitro assim deve se comportar, mesmo sabendo que esta conduta não será recíproca por parte desta sociedade.

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Pato já é craque?

Flavio em 24 de Janeiro de 2007 @ 11:55

Quando vi o que o Alexandre Pato fez contra o Palmeiras, vi qualidades no jogador, mas achei exagero o “auê” feito pela imprensa e torcida em cima do jogador, já dizendo que era um grande craque que aparecia no cenário nacional.

Bem, vi os jogos do mundial e o jogador não teve uma atuação tão destacada.

Do mundial da Fifa vamos para o mundial Sub-20, onde o jogador não teve férias e ainda se apresentou sentindo uma lesão. Ele não começou como titular apenas por causa desse fator, mas hoje ele é peça fundamental na seleção canarinho.

Não estou acompanhado todos os jogos do campeonato, mas pude acompanhar alguns lances e ontem consegui ver o primeiro tempo contra o Uruguai e a facilidade com a qual o jogador passeia em campo. A maneira como ele trata a bola, a naturalidade com a qual ele dribla de maneira objetiva é algo que salta aos olhos.

Cansei de ver jogadores dribladores que não se tornaram craques ou as vezes nem mesmo bom jogadores. Posso citar o Kerlon do Cruzeiro, que apareceu com dribles mas não conseguiu se firmar no time titular.

Já Pato dá mostras de que pode se tornar um jogador de renome, de destaque no cenário nacional e mundial. Não o considero craque, mas ele não pode ser considerado apenas uma promessa. Para mim ele já é uma realidade e tem um futuro promissor pela frente

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A GORDUCHINHA

Valter Ferreira Mariano em 22 de Janeiro de 2007 @ 15:19

Os narradores futebolísticos ao longo dos tempos, chamaram e chamam carinhosamente a bola de vários epítetos. A Frase “ripa da chulipa e pimba na gorduchinha” se tornou celebre na voz de Osmar Santos.

Vamos falar sobre a Regra 02 – a bola – Ao contrário como a maioria insinua, a bola de futebol não é redonda e sim esférica. Feita de couro ou outro material adequado, com circunferência no máximo de 70 cem e no mínimo de 68 cm e um peso máximo de 450 g e mínimo de 410 g no início da partida.

Sua pressão será equivalente a 0,6 – 1,1 atmosferas (600 1100g/cm2) ao nível do mar (8,5 a 15,6 libras).

Durante a partida a bola estourar ou danificar o jogo será interrompido e será reiniciado por meio de bola ao chão, executado com uma nova bola no local onde a perdeu a condição de jogo, observando as circustâncias especiais da regra 08.

Se a bola perder a condição de uso em um momento em que não estiver em jogo ou seja num tiro de saída (Regra 08), tiro de meta (Regra 16), tiro de canto (Regra 17), tiro livre (Regra 13), tiro penal (Regra 14) e arremesso lateral (Regra 15), a partida será reiniciada conforme as Regras.

A bola não poderá ser trocada durante a partida sem a autorização do árbitro (Regra 05).

Em partidas de competição será permitida será permitida somente o uso de bolas que correspondam às especificações técnicas mínimas estipulada pela Regra 02.

Nas partidas sob jurisdição da FIFA ou das confederações, a bola deverá ter impresso em qualquer parte do seu corpo uma das três denominações, os longotipos oficiais: FIFA APROVED (aprovado pela FIFA), FIFA INSPECTED (inspecionada pela FIFA) e ou a referência INTERNATIONAL MATCHBALL STANDARD (padrão internacional de bola oficial).

Estas denominações indicará que a bola foi devidamente aprovada e cumpre as especificações técnicas, diferentes para cada categoria e adicionais às especificações mínimas estipuladas pela Regra 02.

A lista dessas especificações adicionais, características de cada uma das categorias, deverá ser aprovada pela International Football Association Board. Sendo que os institutos que realizam os controles de qualidade serão selecionados pela FIFA.

Em todas as demais partidas, a bola deverá cumprir as exigências da Regra 02.

Nas partidas sob jurisdição da FIFA, confederações e associações nacionais, está proibido todo o tipo de publicidade comercial na bola, com exceção do emblema da competição, organizador da competição e da marca autorizada do fabricante. O organizador da competição pode restrigir o tamanho e a quantidade dessas marcas.

Enfim esta é a bola, a gorduchinha, vital peça para pratica do esporte bretão.

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O RESPEITO, O INÍCIO DO CAMINHO.

Valter Ferreira Mariano em 16 de Janeiro de 2007 @ 13:50

O bom árbitro é o que consegue apitar com o espírito do jogo.

No momento que arbitragem for descoberta como o único caminho para construção de campeonatos cada vez melhor, sem manchas e sem “tapetões”, sem a pulga atrás da orelha com este ou aquele árbitro, onde deixará de ser o epicentro de debates nos programas esportivos, onde é tratado como vilão (apito amigo), emergindo como o condutor de um excelente espetáculo de futebol. É o momento da profissionalização.

Todos temos na lembrança a atuação de um árbitro, quer por sua atuação impecável ou por um erro (humano) que alterou o curso do campeonato. O árbitro Jack Taylor (Inglaterra) marcou um penalidade máxima no primeiro minuto da decisão da Copa do Mundo (Alemanha) de 1974 contra os “donos da casa”. Virou uma legenda. Foi “embalsamado” em vida e está até hoje em exposição na sede da FIFA, como exemplo de coragem e auto-confiança. Outros cometeram erros e são lembrados como “gatunos”, agora se todos estes, tivesse a oportunidade de analizar o erro através de vários ângulos e auxiliados pelo famoso tira-tema, tendo a possibilidade de refazer suas decisões, certamente muita gente na imprensa esportiva estaria desempregado.

O fato é que a arbitragem se dá no encontro do árbitro com o jogador, quando o primeiro é conhecedor da Regra do Jogo, experiente, consegue conciliar duas atividades a nível de trabalho para sustentar sua família, ciente da importância da sua nobre tarefa dentro de uma partida de futebol, o segundo, desconhecedor da Regra do Jogo que prática, se diz experiente, quando exigido, “amarela”, detentor de salários não condizente com a realidade do país, não respeita a decisões, dificultando a nobre tarefa do primeiro.

A nobre tarefa de arbitrar uma partida, passa pelo espaço do diálogo, de reflexão, de respeito, de entender que o árbitro não é o inimigo, nem o jogador é inimigo do árbitro, isso acima de tudo e crescimento de atitude.

Necessário e urgente, a sociedade futebolística buscar a volorização do árbitro, junto com seus assistentes, pois fazem parte de algo que esta considera importante: o jogo de futebol. Esta valorização ocorrerá inicialmente com o respeito.

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BANDEIRINHA SE FOSSE BOM, SERIA ÁRBITRO!

Valter Ferreira Mariano em 16 de Janeiro de 2007 @ 13:50

A frase - “bandeirinha se fosse bom, séria árbitro!” – Na realidade esta frase não condiz com que determina a regra 06, na qual contém a função do árbitro assistente, o chamado bandeirinha.

Para ser um bom árbitro assistente não basta ter o texto da regra 11 gravado em mente e necessário ter sempre suas sinalizações oportunas, claras e com firmeza.

Numa situação de fora de jogo ou seja de impedimento, deve lembrar que o fato de se encontrar nesta posição não implica em infração, portanto, não deve levantar seu instrumento de trabalho com precipitação, para não dar como irregular uma jogada regular, e assim, não estragar uma situação manifesta de gol.

A demonstração de insegurança reflete em seu trabalho, ela pode ser vista na sinalização não clara, quando o instrumento é levantado e baixado rapidamente ou quando é levantado e no meio do caminho resolve abaixa-lo, deixando dúvida ao árbitro e aos jogadores. O árbitro assistente deve esta focado, tranqüilo, concentrado e totalmente seguro do que esta fazendo.

As sinalizações não poderão ser tardias ao ponto do árbitro demorar para sanciona-las. Isso também é um foco de insegurança, medo de errar, mostra que ainda não esta pronto ou não tem aptidão para desempenhar a função.

A condição física é muito importante para realizar com sucesso suas atribuições dentro da partida. Sua capacidade de arranque, velocidade acoplada com a visão do lance será imprescindível quando sua intervenção for necessária.

O penúltimo defensor deve ser imagem constante em sua visão. Pois é um fator que determina a posição de impedimento (regra 11). Assim sempre terá suas intervenções de sinalizações de impedimento acertadas.

Mostrar a eficácia nas suas sinalizações, uma ótima cooperação com o árbitro, mostrar que o espírito do jogo esta presente nas suas intervenções, bom condicionamento físico e um alto estágio de concentração, fará que a frase do primeiro parágrafo não passa de um pobre refrão, utilizado para obter IBOPE, para atrair atenção do telespectador.

anapaula201 - anapaula201

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Valter Ferreira Mariano em 16 de Janeiro de 2007 @ 13:49


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Copa dos Sonhos

Flavio em 11 de Janeiro de 2007 @ 13:52

Para quem não está sabendo, o jornalista Juca Kfouri fez em seu blog uma “Copa dos Sonhos” envolvendo os 12 times dos sonhos dos grandes clubes do eixo RS-SP-RJ-MG. Estes times foram selecionados por 20 personalidades que escalaram seus times ideiais, envolvendo jogadores que passaram pelo seu clube de coração, não importando a época.

Trata-se de algo que nos permite sonhar, imaginar como seria um Santos, com Robinho e Pelé, para citar apenas estes. E sonhar nos confrontos históricos que seriam as partidas envolvendo estes clubes

Quem estiver interessado pode conferir no blog do Juca esta Copa, que já está nops jogos da segunda fase

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Tenho orgulho da minha infância, e você?

Flavio em 10 de Janeiro de 2007 @ 17:09

Dias desses estava eu lembrando de fatos do meu passado, adolescência e infância. Histórias, casos amorosos, pessoas, atividades, enfim, tudo que fazia parte da minha vida na época. É verdade que gostaria de poder mudar algumas coisas que fiz ou que deixei de fazer, mas de uma maneira geral, lembrar da minha infância e adolescência só me traz boas lembranças.

Passa pelas brincadeiras com os colegas, pelos desenhos que assisti, a primeira festa, o primeiro beijo, o primeiro fora, o primeiro amor, a primeira decepção, o primeiro porre e por aí vai.

Algumas atitudes do passado hoje são consideradas ridículas. Roupas que na época eram a moda e hoje não queremos nem vê-las novamente. Mas isso é um ciclo. Daqui a alguns anos pessoas irão lembrar que no século XXI a moda envolvia calça de cintura baixa, tops e tais roupas poderão ser consideradas bregas.

O que me entristece é que a vida das crianças hoje é bem diferente de anos atrás. Estão pulando partes da vida, “amadurecendo” muito rápido. Lembro que quando tinha 12,13 anos minha diversão era bagunçar com os amigos, praticar esportes. Hoje, meninos e meninas com essa idade querem saber de balada, de ficar. Algumas pessoas amadurecem mais rápido, é verdade, mas muitos só assumem esta postura para não serem diferentes do grupo. Isso influencia no tipo de adulto que essa criança será. A falta de convívio, de atividades em grupo, de diversão sem se preocupar é prejudicial.

Não aceito o argumento sobre a violência dos desenhos, que poderia influenciar. Afinal, quem é um pouco mais velho cresceu com desenhos como Tom e Jerry, Herculoides, Ultraman, Caverna do Dragão, Impossíveis e todos eles tinham algum tipo de violência e as crianças que cresceram tendo contato com estes desenhos, mas tiveram acesso a outras diversões, tais como brincadeiras equipes ou outros programas, principalmente da TV Cultura, cresceram e em sua maioria possuem uma cultura diferenciada.

Por isso que digo que tenho boas lembranças da minha infância. E você, também tem?

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Jogos com inicio até as nove da noite. Pensando um pouco no torcedor.

Flavio em 10 de Janeiro de 2007 @ 11:18

O projeto do vereador Tião Farias (PSDB) que foi aprovado pela câmara paulista foi questionado principalmente por aqueles que têm interesse pessoal. Os principais envolvidos neste assunto são a TV Globo, Federação Paulista de Futebol, os clubes de futebol e os torcedores.

Para a Globo é interessante ter o futebol em sua grade, pois é uma audiência garantida. Com os jogos passando após as 21:30 (22:00, 22:30) a tendência é que o torcedor se afaste e prefira ficar no conforto da sua casa, assistindo ao jogo do que sofrer para voltar para casa.

A Federação está presa por contrato e os clubes, por sua má administração, dependem cada vez mais do dinheiro das cotas de TV para conseguir pagar algumas de suas dividas.

O principal prejudicado nesta situação é o torcedor. Em SP, o transporte público apresenta deficiências e o horário atual dos jogos atrapalha demais o retorno para casa. Poucas linhas de ônibus rodam até tarde e o metrô funciona até 00:30, 00:40; Um jogo que começa as 22:00 termina perto de 00:00. Um torcedor que dependa de condução fica com horário muito apertado, arriscando não conseguir chegar em casa. Aqueles que possuem carro não tem estacionamentos confiáveis para deixar seu veículo e arriscam voltar e encontrar o carro depredado ou não encontrar o mesmo.

Já com a mudança proposta neste projeto, o jogo terminará perto das 23:00 e o trajeto para casa não seria tão complicado. Desta forma, seria mais fácil atrair torcedores de volta aos estádios e conseguir aumentar a renda dos clubes nesse quesito, principalmente agora que se pensa em planos de sócio-torcedor.

Os clubes perderam uma chance de ouro, principalmente pelo fato de que a Record possui horários flexíveis e poderia mudar sua escala para inserir o futebol as nove da noite, com a vantagem de que o contrato oferecido foi muito melhor financeiramente. Ou seja, os clubes iriam ganhar duas vezes.

Fica difícil entender porque estas coisas acontecem no nosso futebol. São fatos assim que mostram que temos um futebol de primeira, mas com dirigentes de terceira.

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Será que dias melhores virão para o nosso futebol?

Flavio em 4 de Janeiro de 2007 @ 16:47

Será que estou otimista demais ou nosso futebol pode estar passando por uma transformação para melhor? Alguns acontecimentos mostram que talvez as coisas possam mudar.

Primeiramente podemos citar a discussão de alguns clubes sobre a proposta dos direitos de televisão, onde a TV Record entrou forte com uma proposta para conseguir os direitos de televisionar o campeonato Paulista deste ano. Provavelmente não deve acontecer nada neste ano, mas já serve para pressionar a Globo e mostrar aos clubes que eles não são reféns desse canal e que podem (e devem) lutar por melhores contratos.

O outro ponto que me deixa otimista é com relação a captação de novas receitas. São Paulo e Internacional mostram planos para conseguir receitas através da comercialização de produtos fora do país e foram pioneiros no projeto de sócio-torcedor, que pode gerar uma receita considerável. Tanto é verdade que esta idéia foi copiada e adotada por Palmeiras e Corinthians. Para se ter uma idéia da renda que pode se conseguir com um projeto desses, faço como base os valores publicados no Lance! para as mensalidades do projeto corintiano.

Se 10 mil torcedores escolherem e pagarem mensalmente o plano básico (R$ 20,00 / mês) o clube terá livre 500 mil reais (que é custo aproximado do clube com sua parte social). Pensando no tamanho que a torcida do alvinegro é no Brasil, pode-se imaginar quanto o clube poderá arrecadar e o que poderá conseguir (desde que o dinheiro seja bem gasto).

Por fim, temos ainda os exemplos de boas administrações, de cartolas comprometidos, que podem fazer seus times darem a volta por cima e terem sucesso. Falar do São Paulo é chover no molhado. Faz tempo que o clube mostra uma ótima administração, mas no Sul temos dois exemplos de clubes que estiveram em má fase, por baixo (Internacional quase foi rebaixado em 2002 e o Grêmio passou uma temporada na série B). Ambos deram a volta por cima, deram força ao futebol sulista (que conta com ambos na Libertadores de 2007) e mostram que a receita de sucesso não envolve milagres. Envolve apenas trabalho sério e comprometido. Os resultados falam por si só.

Conte apenas os três citados, citando apenas 2005 e 2006. Temos 2 3 títulos estaduais, 1 título brasileiro, 2 Libertadores e 2 mundiais (sem contar o título da Série B, conquistado pelo Grêmio).

Preciso falar algo mais?

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