Ótima arbitragem no clássico carioca
Com um pouco de demora, venho para comentar sobre a arbitragem do clássico entre Vasco e Flamengo, no último domingo, onde o árbitro Luiz Antônio Silva dos Santos teve uma ótima atuação, ao contrário de vários comentários que foram ditos, reclamando do rigor do mesmo na partida.
Ele apenas fez valer as regras do jogo e procurou apenas controlar os animos, que estavam acirrados na partida. 5 expulsões numa partida é um número alto? Claro que sim, comparando com outros jogos, mas se todos os apitadores seguissem as regras, teríamos números parecidos em muitos jogos até que os jogadores entendessem que precisam se preocupar em jogar bola, não em agredir o adversário ou reclamar com o juiz, simular lances.
Com certeza teríamos melhores espetáculos nos campos e os juízes dariam menos cartões, não por omissão, mas sim por não haver necessidade.
Que Luiz Antônio Silva dos Santos seja um exemplo para tantos outros e que seja valorizada sua atuação, não questionada.
Ingratidão?
O jornal Lance! publicou uma entrevista com Marcelinho Carioca que tem tudo para causar muita polêmica. Marcelinho foi um grande ídolo da torcida alvinegra, com uma grande história, recheada de títulos e momentos a serem lembrados e outros tantos a serem esquecidos.
O jogador teve uma volta complicada no ano passado, com uma volta no minimo estranha, onde o jogador ficou no clube, em troca de uma divida que tinha com o clube e saiu com dinheiro a receber.
A volta foi vista com ressalvas, mas pela história do jogador no clube, quem sofreu foi a direção.
Mas o jogador foi extremamente infeliz, ao declarar que o título de 2005 não foi merecido (que deveria ter ido para o Internacional), mostrando uma mágoa e principalmente, ao dizer que o Mundial da Fifa, que o time conquistou, não valeu, por causa da não coberturda por parte da Globo, pelo fato do time não ter conquistado a Libertadores.
Este é um assunto que dá discussão para os torcedores e jornalistas, mas o jogador participou ativamente deste título e pasmem, disse que o título de 95 foi mais importante que o Mundial e os dois Brasileiros conquistados (98/99)
Infelizmente, o jogador perdeu uma ótima oportunidade de fazer um comentário decente e deve sofrer com a revolta da grande torcida alvinegra, manchando uma rica história que deverá ser substituída pelas lembranças ruins.
Como jogador, foi um ótimo esportista, com grandes qualidades. Mas por suas atitudes fora de campo, pode perder o status que conquistou com a torcida, infelizmente.
ÁRBITRO GORDO, MOTIVO DE GRACEJO.
Dentro do universo da arbitragem, tem um grupo de árbitros que atuam no futebol não profissional, o chamado futebol de várzea. São árbitros amadores, trivial com o apito, alguns sem um curso básico de arbitragem, a maioria apresentam um condicionamento físico abaixo do necessário para exercer esta nobre função.
Para termos uma boa arbitragem, o condicionamento físico é essencial, não importa o grau de importância da partida, do clássico Corinthians e Palmeiras ao simples jogo da várzea, uma marcação de falta estando longe do lance provoca questionamento, mesmo estando correta, porém, a mesma feita próxima do lance, inibirá o questionamento, mesmo num possível erro do árbitro. E isso faz a diferença.
Para lograr de um bom condicionamento físico, segundo os especialistas, é necessário no mínimo, uma hora de exercícios físicos, pelo menos três vezes por semana. Observando que a intensidade dos exercícios deve ser individualizada, levando em conta a idade e a obesidade. Todo este processo de atividade física deve ter o aval médico.
Um árbitro obeso ou seja, muito acima do seu peso ideal é motivo de gracejo por parte dos torcedores – Sua baleia, sai do campo e volta pro mar! – Passa um certo ar de desconfiança da sua capacidade de arbitrar a partida. Por se apresentar sempre longe do lance, suas decisões serão sempre protestadas e transformando a partida em um balcão de reclamações.
O “X” da questão é sempre a falta de tempo. Pergunto – Quem tem tempo livre nos dias de hoje? O tempo é nós que o programamos. Deixe a cervejinha com os amigos após o trabalho de lado, coloque o tênis, e mão na obra, ou melhor, pé na pista. Lembrando, sempre com o aval médico.
OS ESPÍRITOS DA REGRAS DO JOGO DE FUTEBOL
Ao longo do tempos, as regras do esporte bretão sofreram poucas alterações, ao ponto de serem consideradas imutáveis, tal como a constituição dos Estados Unidos.
A Carta Magna do futebol (Regras do Jogo) é composta por 17 regras, são consideradas perfeitas. Para compreende-las é necessário observa-las através do espírito do jogo, ou seja, do espírito da igualdade, da segurança e do prazer, associado ao fair play – jogo limpo – desta maneira saberão porque este esporte fascina todo o planeta.
O espírito da igualdade revela que o mesmo que se aplica a uma equipe ou a um dos jogadores será aplicado igualmente a outra equipe e aos demais jogadores, sem nenhuma restrições raciais, étnicas ou religiosas. Este espírito preserva o total direito de todos os jogadores disputarem a posse da bola em igualdade, não dando qualquer espécie de privilégio ao craque ou ao menos habilidoso.
O espírito da segurança proclama o árbitro, os árbitros assistentes e o quarto árbitros, seus agentes, onde terão importante tarefa de serem responsável pela integridade física dos jogadores. Punindo qualquer tipo de conduta violenta. Impedindo o uso de objetos, jóias e equipamentos que ofereçam perigo aos jogadores.
O espírito do prazer, este deve ser o único objetivo do jogo. Sem este não há porque jogar futebol e nem assisti-lo. Um árbitro ou qualquer membro da equipe de arbitragem sem prazer de executar sua função, certamente prejudicará o bom andamento do jogo. Pois, sem prazer, nada é bem feito.
A soma destes espíritos, aliado a fair play, formará o principal ícone das regras, o ícone de nunca beneficiar ao infrator.
BOLA AO AR!
Outro dia estava acompanhando à transmissão de uma partida de futebol pelo velho e bom radinho de pilha. O narrador de nome famoso, o qual me reservo a não divulgar, usou a seguinte frase – “ O juiz vai dar o reinicio do jogo com bola ao ar” – fiquei imaginando os jogadores tentando disputar a posse da bola se utilizando de pulos, cabeçadas ou até mesmo de voadoras. Claro, isso é pura imaginação. Sabemos que na realidade o jogo foi reiniciado através de um bola ao chão (regra 08).
Então vamos entender como se executa o bola ao chão.
O bola ao chão é uma maneira de reiniciar a partida após uma interrupção temporária, quando a bola estava em jogo, por qualquer causa ou incidente não previsto nas Regra do Jogo.
Ao proceder um bola ao chão, o árbitro (regra 05) o executará no lugar onde a bola se encontrava quando o jogo foi interrompido.
A partida será considerada reiniciada quando a bola tocar o solo sagrado (campo de jogo – regra 01). Agora, se um jogador tocar a mesma antes que tenha tocado o solo ou ainda, se ela sair do campo de jogo após tocar o solo, sem ter sido tocada por nenhum jogador, o bola ao chão será repetido.
Como virmos nos parágrafos anteriores, o bola ao chão é executado no lugar onde a bola e encontrava no momento da interrupção da partida. Porém, se ela encontrava dentro dá área de meta (pequena área), será observada as circunstâncias especiais da regra 08, ou seja, o bola ao chão será executado na linha da área de meta paralela à linha de fundo, no ponto mais próximo do lugar onde se encontrava a bola quando a partida foi interrompida.
Para finalizar, um bola ao chão pode ter a participação de qualquer jogador, inclusive do goleiro. Porém, não é necessário a presença de um jogador de cada equipe para execução do bola ao chão.
Show de pergunta: Se ao reiniciar a partida mediante a um bola ao chão, um jogador diz que vai devolver a posse de bola ao adversário, chuta a bola em direção do campo de defesa do mesmo, um atacante distraido ao fato, intercepta a trajetória da bola, chutando-a e conseguindo um gol, como deverá proceder o árbitro?
O ANTÍDOTO PARA IMPRENSA FUTEBOLÍSTICA
O direito à informação, consagrado na Constituição Federal, requer dos veículos de comunicação senso ético, responsável e isento, onde deve prevalecer um bom jornalismo.
A imprensa esportiva, principalmente a que tem o futebol como seu carro chefe, tem grande influência na formação de opinião dos ouvintes e telespectadores, que são torcedores loucos pelo time do coração, sendo que esta não deve ser confundida com informação. Os programas esportivos exibidos nos canais de televisão bem como nas rádios, têm o direito legítimo de expor suas preferências, porém, sem contaminar a mente do torcedor, deformando a realidade de um resultado de revés, atribuindo o mesmo a um erro de arbitragem.
As matérias de cunho opininativo deveria ser feita em forma de editoriais ou nas manifestações dos torcedores, quando entrevistados.
Em época de campeonato, exacerbar de forma negativa as atuações dos árbitros (regra 05) e dos seus assistentes (regra 06) a partir de repetição de imagem obtidas pelos olhos das câmeras de televisão espalhadas por vários ângulos ou na utilização de recursos eletrônicos do tipo tira-tema, é um maneira de direcionar a opinião do torcedor, levando ao perigoso caminho da desconfiança, onde a arbitragem manipula resultado, no sentido de beneficiar este ou aquele clube.
Neste caminho, narrador, comentarista e repórter, têm papel decisivo. Cabe à estes determinar de que forma o erro de arbitragem deve ser visto e abordado. A partir da convicção destas pessoas e conhecimento da Regra do Jogo (futebol), deve informar ao público a verdadeira face do erro, sem o interesse de transforma-lo em mártir para obter IBOPE.
O antídoto para esta situação é a realização de cursos de arbitragem com os membros da imprensa futebolística. Transformando-os de leigos em embaixadores da Regra do Jogo. Onde com o novo conhecimento adquirido poderão passar ao seu público (torcedores) a verdadeira imagem dos homens de preto. Passando a responsabilidade do revés aos jogadores que não se empenharam durante a partida, aos treinadores que escalaram seus times de forma equivocada ou fez substituições que não deveriam fazer e aos cartolas que fizeram contratações erradas ou simplesmente sumiram com as finanças do clube.
CAMPANHA: CONTRA OS INSULTO À MÃE DO JUIZ
A primeira palavra que sai da boca da criança, provida de seu coração cheio de inocência e amor é mãe. Mãe é um nome muito especial. Além de ser uma tarefa divina e prazerosa, exige total respeito da sociedade. Portanto, quando alguém insultar outra pessoa se utilizando do termo mãe, estará de uma forma agressiva atingindo o coração sagrado da família.
Ao irmos a um estádio ou um simples campo de futebol da várzea, para apreciarmos um bom jogo, acabamos saindo indignados com estas expressões “o juiz, sua mãe esta …” ou “bandeirinha seu …” . São expressões deferidas no mais alto tom de voz, aos berros, ditas de forma natural, sem nenhum respeito a mãe do próximo. Ditas por pessoas que se esquecem que também foram geradas por um mãe.
Estas expressões agride a missão das mulheres que desejam ser mãe. A missão que inicia nove meses antes de nascermos.
Acredito que chegou o momento dos verdadeiros amantes do esporte bretão colocar um basta nesta imbecilidade de insultar a mãe do juiz (árbitro de futebol – regra 05), tomando a iniciativa de defender a dignidade das mães. Lutar para que seja abolida estas expressões ou qualquer outros termos que representam a ofensa e o preconceito, como forma de desrespeito e desconsideração a imagem sagrada da mãe.
Ter a ousadia e coragem de chamar a atenção de quem se utilizar deste tipo de grito de guerra. Pois este tipo de grito denigre unicamente a figura da mulher que aceitou a tarefa divina de ser mãe.
Os amantes do futebol pedem aos jogadores, dirigentes e a mídia esportiva que encabeçam uma campanha contra o uso destas expressões durante as partidas ou em qualquer outra situação. Um campanha de cunho educativo, ilustrando a alma alva da mãe do juiz. Lembrando que todos nós tem uma mãe e que todas são merecedoras da mais alta dignidade, respeito e honra.
DETERMINAÇÃO
O árbitro é orientado e ensinado a aplicar as 17 regras que compõe a Carta Magna do futebol. O caminho e destino na arbitragem depende apenas da determinação para atingir o ponto máximo na carreira. Na Escola de arbitragem não ensina o caminho para o sucesso, porém sabe que este caminho será percorrido de acordo com a determinação em alcançar o respeito e admiração da classe.
Enquanto árbitro não entender que a sua carreira depende unicamente da determinação de um objetivo, não conseguirá construir absolutamente nada de positivo dentro da arbitragem.
Determinação é uma decisão firme, definitiva e irrevogável de um projeto, um objetivo ou um sonho que se persegue até a sua conquista final.
Para que essa determinação seja correspondida, no entanto, arbitragem conta com árbitros de coragem e aplicados; árbitros dispostos a se sacrificarem para alcançarem seus propósitos. Prova disso é o sacrifício que o árbitro faz ao deixar sua família aos fins de semana para cumprir uma escala.
A construção de uma carreira com sucesso é algo muito concreto, que requer, além de nossa conscientização, a mobilização de forças e de muita energia que devem ser desenvolvidas dentro e não fora de nós. Todos querem ser um dia um árbitro do quadro internacional, porém poucos tem a determinação de se sacrificar em busca deste objetivo.
A determinação é mais do que vontade. Sem o desenvolvimento dessa qualidade o árbitro, não consegue absolutamente nada dentro universo da arbitragem. Ele deve desenvolver sua determinação a partir do desenvolvimento da convicção da necessidade de um trabalho em benefício da sua carreira. Deve estar determinado à mudança, custe o que custar. A partir disso deve partir para a ação. Primeiramente, ele deve se fazer algumas perguntas: O que devo fazer para que minha carreira na arbitragem mude verdadeiramente? Em que direção devo seguir? Do que precisarei abrir mão para que essa determinação em pró da minha carreira me dê os frutos que espero colher? Preciso aprender o quê para que minha carreira decole? Que tipo de orientação necessito? Que tipo de árbitro quero ter ao meu lado para me auxiliar a desenvolver minha carreira?
É somente dessa forma que o árbitro poderá atingir o seu objetivo, não existe outra forma de se conseguir qualquer coisa na vida: consciência, ação e esforço da vontade. Sem a determinação, decididamente, não conseguirá construir um carreira de sucesso, pois o sucesso não cai do céu, e não é privilégio de apenas alguns. Mãos à obra, afinal, o sol nasce para todos …
O ÁRBITRO: PODERES E DEVERES
Cada partida de futebol será dirigida por um árbitro (regra 05), o qual terá a autoridade total para fazer cumprir as regras de jogo.
O árbitro controlará a partida em cooperação com os árbitros assistentes (regra 06) os chamados bandeirinhas e sempre que o caso requeira, com o quarto árbitro (árbitro reserva).
O árbitro se assegurará que o equipamento dos jogadores correspondam às exigências da regra 04, bem como as bolas utilizadas estejam de acordo com a regra 02.
Será responsável pela cronometragem do tempo de jogo e das anotações dos incidentes na partida.
O árbitro interromperá, suspenderá ou finalizará a partida por qualquer tipo de interferência externa ou quando o julgue oportuno nos casos em que se infringem a Regras do Jogo. Interromperá se julgar que algum jogador tenha sofrido um lesão grave e se encarregará que o mesmo seja transportado para fora do solo sagrado (campo de jogo – regra 01) ou permitirá que a partida continue até que a bola esteja fora de jogo (regra 09) se julgar que o jogador esteja levemente contundido. O jogador lesionado só poderá regressar ao solo sagrado depois que a partida tenha sido reiniciada.
Em caso de lesão com sangramento, o árbitro se assegurará que o jogador saia do solo sagrado, onde só regressará depois do sinal do árbitro, que se certificará que o ferimento tenha deixado de sangrar.
O árbitro através do espírito de nunca beneficiar o infrator, permitirá que a partida continue se a equipe contra a qual se tenha cometido uma infração se beneficia de uma vantagem, e sancionará a infração cometida inicialmente se a vantagem prevista não se concretiza nesse momento.
Punirá a infração mais grave quando um jogador cometer mais de uma infração ao mesmo tempo (regra 12).
Tomará medidas disciplinares contra jogadores que cometam infrações merecedoras de advertência u expulsão. Não está obrigado a tomar as medidas imediatamente, porém deverá fazê-lo logo que se interrompa a partida. Também tomará medidas contra os membros de comissão técnica das equipes que não se comportarem de forma correta, e expulsá-los do campo de jogo e de suas imediações.
O árbitro atuará conforme as indicações de seus árbitros assistentes (bandeirinhas) em relação com incidentes que não tenha podido observar.
Não permitirá que pessoas não autorizadas entrem no campo de jogo, nos bancos de reservas e suas imediações.
Reiniciar a partida após uma paralisação e após sua finalização, enviará um relatório às autoridades competentes, contendo dados sobre todas as medidas disciplinares tomadas contra jogadores e membros de comissão técnica das equipes, e qualquer outro incidente que tenha ocorrido antes, durante e depois da partida.
As decisões do árbitro sobre fatos em relação a partida são definitivas. O árbitro poderá modificar sua decisão unicamente quando se dá conta que é incorreta ou, se o julga necessário, conforme uma indicação por parte de um árbitro assistente ou do quarto árbitro, sempre que ainda não tenha reiniciado a partida. Uma vez terminada a mesma, não poderá mudar sua decisão.
ARREMESSO LATERAL OU JOGOU MELANCIA?
Quantas vezes você já ouviu esta frase num campo de futebol, seja numa partida profissional ou na várzea: “O juiz, o cara jogou melancia!”. Esta frase se refere a um arremesso lateral (regra 15) mau executado. Então vamos saber como se deve executar corretamente o arremesso lateral, ou simplesmente no vocabulário futebolístico, o lateral.
O arremesso lateral é uma forma de reiniciar um partida de futebol, porém diretamente à meta não poderá ser consignado um gol.
Quando a bola tiver ultrapassado em sua totalidade a linha lateral (regra 09), seja por terra ou por ar será concedido um arremesso lateral à equipe adversária do jogador que tocou por último na bola. Que será executado desde o ponto por onde a bola ultrapassou a linha lateral.
Para executar um arremesso, o jogador deverá estar de frente para o campo de jogo tendo uma parte de ambos os pés sobre a linha lateral ou no exterior da mesma. Servindo-se de ambas as mãos, devendo-se a bola ser lançada detrás e por cima da cabeça, porém o executor não poderá voltar a toca-la até que tenha sido tocada por outro jogador. A bola estará em jogo tão logo tenha entrada no solo sagrado (campo de jogo – regra 01).
Todos os adversários deverão permanecer a uma distância que não seja inferior a 2 metros do lugar em que se executa o arremesso lateral.
Um arremesso lateral, executado por jogador (exceto o goleiro) tocar a bola (exato com as mãos) antes que a mesma tenha sido tocada por outro jogador, será concedido um tiro livre indireto (regra 13) à equipe adversária desde o lugar onde se cometeu a infração* (condições especiais – regra 08), agora, se tocar a bola intencionalmente com as mãos, será concedido um tiro livre direto à equipe adversária, porém se cometida dentro da área penal, será concedido um tiro penal (regra 14) à equipe adversária.
Quando o arremesso é executado pelo goleiro e ele tocar a bola exceto com as mãos antes que outro jogador à toque, será concedido um tiro livre indireto à equipe adversária, desde o lugar onde ocorreu a infração, seja dentro ou fora da área penal* (condições especiais – regra 08). Porém se ele tocar a bola intencionalmente com as mãos antes que outro jogador à toque, será concedido um tiro livre direto à equipe adversária, desde o lugar onde ocorreu a infração, se cometida fora da área penal, ainda, se ele tocar a bola dentro da sua área penal, será concedido um tiro livre indireto (condições especiais – regra 08).
Se um adversário distrair ou atrapalhar de forma incorreta o executor do arremesso, será advertido por conduta antidesportiva e receberá o cartão amarelo.
Para qualquer outra infração à regra 15, o arremesso será executado por um jogador adversário.
Para finalizar esta coluna e aproveitando a ocasião, deixo um pergunta: Pode um jogador que não possui uma das mãos executar corretamente um arremesso lateral?
